Sua raiz, pútrida torpe e malfadada.
cheia de fracasso angústia e fúria
Entorpece -me a carne,
e alegra-me pelas controvérsias ecritas por tuas mãos
mãos do fracasso,
que chamam a ele e querem afundar tudo,
todos que não fazem parte dele.
Fim do que se possa dizer genitora,
pois de sua carne não pode nascer a maior das perolas.
Procriadora do ódio.
Dor daqueles que não sentem ainda,
dor daqueles que sabem o que virá
Escarro humano que enreda os poucos pobres parcos...
tolos.
lixo vil cuja usura se estende aos que amam e aos que odeiam
verme.
Lixo falando de amor na ausência de tudo que se porta como um amante.
câncer que rodeia a todos nós
planejando findar o sorriso da pequena boca...
Hoje não!
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
A fotografia e eu.
Como todo iniciante que se preze tenho a dualidade da fotografia digital e da analógica, não decidi qual gosto mais. O talento é aquele arraso, desastre total. A 1 mês estou pesquisando qual câmera DSLR comprar, que tipo de lente e obturador... Coisas que são caóticas na cabeça de todo iniciante inabilidoso.
Então para todos os simpatizantes dessa arte, e da desventura de ser atrapalhado, abro o marcador fotografia. Aqui vou tentar deixar tudo que aprendi sobre o assunto.
Micro Four Thirds/Telêmetro Digital, a classe que eu quase desconheço, Também tem lentes intercambiáveis, mas, não tem o visor que enxerga diretamente através das lentes. Então, elas têm sensores grandes como as DSLRs, têm lentes intercambiáveis como as DSLRs, mas usam uma tela LCD de visor como uma compacta. Isto economiza espaço dentro da câmera, ou seja, na teoria, ela pode ser mais portátil que uma DSLR, e equivalente, ao mesmo tempo em que mantém a mesma versatilidade e qualidade de imagem. A maior parte delas grava vídeo também, e são bem boas nisso: elas não têm o sistema complexo de visor/espelho de uma DSLR, então tecnicamente é mais simples gravar vídeo.
Como as coisas pra mim vão devagar, vou precisar de muitos posts... Hahahahaha
Então para todos os simpatizantes dessa arte, e da desventura de ser atrapalhado, abro o marcador fotografia. Aqui vou tentar deixar tudo que aprendi sobre o assunto.
Pra começar as diferenças das "semi-profissionais" para as "profissionais". Porque compacta todo mundo conhece.
Semi-profissionais, o verdadeiro nome é bridge ou superzoom, o nome semi-profissional é usado simplesmente pra venda, pois não passam de compactas "superdesenvolvidas". Ou seja, só possuem a aparência de uma DSLR. As lentes são alongadas e a flexibilidade fotográfica maior que a compacta . Porém sofrem da mesma "tartaruguisse" na hora de tirar fotos, o famoso “lag de obturador” (obturadores virão num outro post). São conhecidas por term, zoom óptico muito elevado e lente fixa (esse último, como a compacta).
DSLRs, significa ‘Digital Single-Lens Reflex’/ 'Câmera Digital de Reflexo por Lente Única', hã? Isto é, a câmera possui um mecanismo de espelho que permite que os fotógrafos vejam por meio das lentes da câmera enquanto ajusta a foto, e que ela se abre, expondo o sensor da imagem (o equivalente ao filme em uma câmera SLR ou famosamente chamade de analógica XD). Hã?! Significa que a câmera terá lentes intercambiáveis, um sensor maior que uma compacta e, até , mais controles de imagem. Quando você aperta o botão do obturador em uma DSLR, ela tira a foto instantaneamente, sem o lag, que é coisa de windows. Muitas DSLRs novas gravam vídeo em HD, algumas a 720p, outras até 1080p, mas todas dão resultados bem impressionantes, grande parte em função das lentes das câmeras. Mas, não são capazes de substituir câmeras filmadoras específicas porque, entre outros fatores, nenhuma até o momento (vai que já lançaram) consegue acertar direito esta coisa de foco automático durante gravação de vídeo.
Como as coisas pra mim vão devagar, vou precisar de muitos posts... Hahahahaha
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
“Uma obra de arte merece ser integralmente preservada…”
Aqui vai um texto antigo, mas ótimo, sobre preservação de patrimônio histórico... Bem poético.
Após 45 anos de existência o Parque do Flamengo ainda é chamado de Aterro. Seria este Parque ainda uma ficção? Não, não é. Seus espaços florísticos e recreativos já estão delimitados e fixados, na sua totalidade, desde a sua concepção. O tombamento de seu projeto, em 1965, foi feito para garantir que o seu planejamento original, completamente integrado e detalhado, não fosse descaracterizado por intervenções pontuais, e aleatórias, ao gosto anual de opiniões várias, e que já surgiram no decorrer destas várias décadas.
Sem esta garantia, seus espaços já teriam sido ocupados e tomados há muito tempo, por inúmeras propostas de intervenção.
A nova polêmica que surge agora vem com a assinatura de um mito da arquitetura brasileira – Oscar Niemeyer. Mas, quem ousaria desconstruir, no futuro, uma obra de Niemeyer em função de outros mitos, ou artistas que surgirão no futuro?
Por isso, para preservar as próprias obras de Niemeyer no futuro é que devemos preservar, no presente, as obras dos outros artistas que já passaram, e que projetaram, construíram e deram à cidade a obra de arte do Parque do Flamengo.
Afinal, não é por este motivo – por ser uma obra de arte – que este magnífico Parque está sendo proposto à UNESCO, como referência, à candidatura da Cidade do Rio de Janeiro como Patrimônio Cultural da Humanidade? Então, por que ainda se fala, e se propõem interferências nesta obra de arte, por melhores que sejam as intenções?
Quem ousaria propor uma intervenção na Basílica de São Pedro? Ou um retoque na Monalisa?
Uma obra de arte merece ser integralmente preservada. O Parque do Flamengo o é. Ou, não?
*por Sonia Rabello
Trata-se de um discurso da deputada Sônia Rabello, contra uma das inúmeras tentativas de seccionar o Parque do Flamengo. A última inclusive em 9 de dezembro de 2011. Veja em seu blog.
Após 45 anos de existência o Parque do Flamengo ainda é chamado de Aterro. Seria este Parque ainda uma ficção? Não, não é. Seus espaços florísticos e recreativos já estão delimitados e fixados, na sua totalidade, desde a sua concepção. O tombamento de seu projeto, em 1965, foi feito para garantir que o seu planejamento original, completamente integrado e detalhado, não fosse descaracterizado por intervenções pontuais, e aleatórias, ao gosto anual de opiniões várias, e que já surgiram no decorrer destas várias décadas.Sem esta garantia, seus espaços já teriam sido ocupados e tomados há muito tempo, por inúmeras propostas de intervenção.
A nova polêmica que surge agora vem com a assinatura de um mito da arquitetura brasileira – Oscar Niemeyer. Mas, quem ousaria desconstruir, no futuro, uma obra de Niemeyer em função de outros mitos, ou artistas que surgirão no futuro?
Por isso, para preservar as próprias obras de Niemeyer no futuro é que devemos preservar, no presente, as obras dos outros artistas que já passaram, e que projetaram, construíram e deram à cidade a obra de arte do Parque do Flamengo.
Afinal, não é por este motivo – por ser uma obra de arte – que este magnífico Parque está sendo proposto à UNESCO, como referência, à candidatura da Cidade do Rio de Janeiro como Patrimônio Cultural da Humanidade? Então, por que ainda se fala, e se propõem interferências nesta obra de arte, por melhores que sejam as intenções?
Quem ousaria propor uma intervenção na Basílica de São Pedro? Ou um retoque na Monalisa?
Uma obra de arte merece ser integralmente preservada. O Parque do Flamengo o é. Ou, não?
*por Sonia Rabello
Trata-se de um discurso da deputada Sônia Rabello, contra uma das inúmeras tentativas de seccionar o Parque do Flamengo. A última inclusive em 9 de dezembro de 2011. Veja em seu blog.
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