Ainda pouco comecei a pensar sobre Navio Negreiro de Castro Alves, clássico.
Existe um filme bem forte, e muito bom sobre ele. Um pedacinho... e um pedacinho do poema...
[...]
Homens do mar! ó rudes marinheiros,
Tostados pelo sol dos quatro mundos!
Crianças que a procela acalentara
No berço destes pélagos profundos!
Esperai! esperai! deixai que eu beba
Esta selvagem, livre poesia
Orquestra — é o mar, que ruge pela proa,
E o vento, que nas cordas assobia...
As vezes sou tão estranha que ate eu mesma me perco nos meus próprios pensamentos...
Ate.
Adorei esta selvagem e livre poesia, lindo.Quero agradecer seu carinho em meu cantinho da harmonia.
ResponderExcluircom carinho
Hana