E de repente em um lugar bucólico...
O latido cavernoso reverberando, e o vento fresco da janela do ônibus batendo em meu rosto. Trouxeram a paz que procurava cegamente no meio do som e da fúria internos.
Poderia ouvir aquele latido e olhar as ruínas do museu do trem a tarde toda. Olhar as mudanças do refletir do sol naquelas velhas paredes até que ele se despedisse no horizonte, e fosse sorrir por outras bandas.
Poderia ouvir aquele latido e olhar as ruínas do museu do trem a tarde toda. Olhar as mudanças do refletir do sol naquelas velhas paredes até que ele se despedisse no horizonte, e fosse sorrir por outras bandas.
Aquele choro não era mais de tristeza e confusão, o sentimento não era mais de impotência. Era a alegria de saber que o mundo sobrevive, e a felicidade continua, escondida nas pequenas coisas.
