quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Alegria boba


E de repente em um lugar bucólico...

O latido cavernoso reverberando, e o vento fresco da janela do ônibus batendo em meu rosto. Trouxeram a paz que procurava cegamente no meio do som e da fúria internos.
Poderia ouvir aquele latido e olhar as ruínas do museu do trem a tarde toda. Olhar as mudanças do refletir do sol naquelas velhas paredes até que ele se despedisse no horizonte, e fosse sorrir por outras bandas.
Aquele choro não era mais de tristeza e confusão, o sentimento não era mais de impotência. Era a alegria de saber que o mundo sobrevive, e a felicidade continua, escondida nas pequenas coisas.

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